Amber Heard Brasil

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Entrevista da Amber para a i-D Magazine.

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Sem Título-2Amber Heard pode se parecer com o novo símbolo sexual de Hollywood, mas não se deixe enganar. Ardente, apaixonada e teimosa, ela é mais coragem do que glamour.

É a manhã após o Dia da Independência e Amber Heard chama a i-D Magazine para a sua casa em Los Angeles. Quando estávamos conversando, uma voz sonolenta e familiar pode ser ouvida através do telefone. É o início de uma manhã na Costa Oeste, só podemos concluir que o homem rudemente interrompendo é Johnny Depp.

“Eu tenho que lutar com unhas e dentes todos os dias para manter a minha vida privada”, diz Amber quando a conversa começa a desviar do seu trabalho. Sabemos que ela está com Depp. Sabemos que antes ela estava com (uma mulher) fotógrafa, Tasya Van Ree. Mas o que mais sabemos sobre essa mulher do Texas de 27 anos de idade? Uma das estrelas de cinema mais visíveis do atual mercado, que vai para a cama com um dos homens mais cobiçados do planeta… ela é na verdade um pequeno mistério.

Ela está no “purgatório” da indústria cinematográfica nesse momento com dois filmes em pré-produção e três filmes – Paranoia, de Robert Luketic; Three Days To Kill, de McG e Machete Kills de Robert Rodriguez – prontos para estrear. Procure o nome dela no Google e você verá milhares de fotos de paparazzis; Amber fazendo compras, Amber em restaurantes, Amber saindo de boates… Perez Hilton e The Daily Mail são sanguessugas de sua vida. Ela não tem Twitter ou página no Facebook, apenas um bando de impostores se passando por ela. Em nossa entrevista, ela fala sobre a “Barbie na caixa”, uma das ‘etiquetas’ que ela recebe da imprensa, ela também fala sobre ter que aturar pessoas que pensam que conhecem ela. “Amber Heard é gay” é um título memorável do The Huffington Post. “Acredite em mim, sou mais complexa do que isso”, diz ela.

Amber fala sobre seus 2 anos de vida nômade: “Eu simplesmente não podia ficar no Texas, então eu fui embora. Eu me mudei para Nova York, viajei a Europa, trabalhei com uma identidade falsa. Foi uma bravura cega e ignorante. Eu só queria ouvir a palavra ‘não’. Até o momento em que cheguei a Los Angeles, eu não conhecia ninguém, eu não tinha dinheiro, eu poderia realizar todos os meus bens nas minhas costas. Quando penso nisso agora, parece assustador. Mas eu adorei. Eu não tinha responsabilidades, e eu me senti incrivelmente livre. Isso foi há dez anos.”

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